Mostrar mensagens com a etiqueta Frank Sinatra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Frank Sinatra. Mostrar todas as mensagens

BSO High Society (1956)

CD Europeu 1987
DISCOTECA

Words & Music by Cole Porter

1. Overture  
The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green 
2. High Society Calypso  
Louis Armstrong And His Band, The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green 
3. Little One  
Bing Crosby, The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green 
4. Who Wants To Be A Millionaire  
Frank Sinatra, Celeste Holm, The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green 
5.True Love  
Bing Crosby, Grace Kelly, The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green 
6. You're Sensational (Capitol Studio Recording)  
Frank Sinatra, Orchestra, Nelson Riddle 
7. I Love You, Samantha  
Bing Crosby, The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green 
8. Now You Has Jazz  
Bing Crosby, Louis Armstrong, The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green 
9. Well Did You Evah?  
Bing Crosby, Frank Sinatra, The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green 
10. Mind If I Make Love To You  
Frank Sinatra, The M-G-M Studio Orchestra, Johnny W. Green

High Society (1956), CD 2008
DISCOTECA

High Society (1956), LP vinil
DISCOTECA

Can-Can (Walter Lang, 1960)

Can-Can é uma comédia musical da Fox, que tem as qualidades e os defeitos das produções musicais da época, marcada pelo declínio evidente deste género. O mais notável do filme é a música de Cole Porter e a sua interpretação por Frank Sinatra, Shirley MacLaine, Maurice Chevalier e Louis Jourdan. O destaque vai obviamente para Sinatra. O filme adapta de forma livre o musical homónimo da Broadway (1953) de Abe Burrows com música e letras de Cole Porter. No filme são ainda utilizadas canções famosas de Porter de musicais anteriores (como  "Let's Do It" de 1928 ou "You Do Something to Me" de 1929). As personagens são estereotipadas e o caso mais penoso é o de Maurice Chevalier, no papel de um juiz parisiense. No centro da história temos Simone Pistache (MacLaine), proprietária de um estabelecimento parisiense onde se dança o Can Can, proibido à época em que se passa a história (1896). Ela terá de escolher entre dois pretendentes ao seu coração (Sinatra e Jourdan) e vencer a censura e as ligas de decência moral da época. Nunca encontramos neste filme a graça e a criatividade dos números musicais dos clássicos da MGM. Talvez o enérgico estilo Can-Can não permita subtilezas coreográficas, mas o trabalho de Hermes Pan (o coreógrafo de Astaire) não me pareceu muito inspirado. Claro que hoje não se fazem filmes-espetáculo como Can-Can: apesar dos defeitos, é um prazer assistir ao filme. 3,5/5

Guys and Dolls (Joseph L. Mankiewicz, 1955)



Realização: Joseph L. Mankiewicz
Marlon Brando, Jean Simmons, Frank Sinatra, Vivian Blaine
Estreia nos EUA: 3/11/1955

ELES E ELAS
Estreia em Portugal: 30/04/1957
Realização: Joseph L. Mankiewicz
Marlon Brando, Jean Simmons, Frank Sinatra, Vivian Blaine
Estreia nos EUA: 3/11/1955

ELES E ELAS
Estreia em Portugal: 30/04/1957


Como eu gosto deste filme! Tinha-o visto na televisão há muitos, muitos anos, e queria muito revê-lo em sala porque é um musical e é em cinemascope, uma combinação que ganha tudo em ser vista no grande ecrã. Bem, adoro as comédias musicais dos fifties e Mankiewicz é apenas um dos meus realizadores preferidos, do qual vi tudo e que assinou alguns filmes da minha vida (The Ghost and Mrs Muir, All about Eve, The Barefoot Contessa e Suddenly Last Summer). Além disso, não se pode perder a oportunidade de ver o jovem Marlon Brando dançar e cantar.  Guys and Dolls é um musical de 1950 de Frank Loesser baseado em contos de Damon Runyon, um escritor de que gosto muito e que merecia ser mais conhecido. Foi um musical de grande sucesso comercial e ganhou mesmo o Tony Award para Best Musical. As coreografias são de outro grande nome: Michael Kidd. Runyon especializou-se no retrato das camadas mais desqualificadas de Nova Iorque por isso Guys and Dolls passa-se no meio da Broadway (Vivian Blaine) e cruza os destinos de pequenos gangsters ligados ao jogo ilegal (Marlon Brando, Frank Sinatra) e missionários (Jean Simmons) que pretendem reabilitar os pecadores deste mundo da noite. Esta comédia musical merece ser considerada uma das melhores de sempre de Hollywood, principalmente pelo trabalho de Mankiewicz, que pôs o seu génio ao serviço de quase todos os géneros do cinema americano. O argumento, também escrito por Mankiewicz, é adorável, melhor do que o de muitos outros musicais (o argumento é frequentemente um dos pontos fracos dos musicais, parece-me). Os atores-cantores não estão à altura do elenco de outros filmes, apenas Sinatra está à vontade na comédia musical. Mas a grande estrela é Brando, impressionante na forma de se movimentar e no papel de grande sedutor. Resta sonhar com o que seria o filme com os atores que chegaram a ser escolhidos: Gene Kelly, Marilyn Monroe, Grace Kelly, Deborah Kerr! Mas mesmo com o elenco com que ficou o filme não deixa de ser fabuloso. Paris, Le Champo 4.5/5

Reprise em França: 18/02/2015

Paris 2015 Le Champo 5/5